UFMT_Reitoria e Biblioteca Central UFMT: inclusão, democracia e educação de qualidade

Quem passa pela avenida que liga o distrito do Coxipó ao Centro de Cuiabá, visualiza o campus central da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), demarcado pela arborização e pela “logo UFMT” instalada sob a sombra da mangueira e ao lado da oca bakairi – dois elementos significativos da cultura mato-grossense: simbolizam a inserção da UFMT na realidade regional.

Neste ponto começou a construção da UFMT. Era o início da década de 1970. Seguindo a dinâmica do crescimento de Mato Grosso e impulsionando a produção do conhecimento, hoje a UFMT está presente em todo o Estado: atenta às questões da região, ao mesmo tempo em que integra redes nacionais e internacionais de pesquisa.

Em Rondonópolis, a UFMT situa-se às margens de uma via de ligação da cidade com os municípios tradicionais da região. Voltada para as áreas de maior demanda do Sul do Estado, a Universidade contribui com o crescimento da região. No Leste, a UFMT está às margens do Araguaia e ao pé da Serra Azul, com importante contribuição nos estudos do meio ambiente e da saúde. Em Sinop, no Norte, a UFMT volta-se para um espaço com as caraUFMT_Campus Cuiabácterísticas de recente ocupação.

Aqui, ao lado da Capital, em Várzea Grande, na segunda maior cidade do Estado, será construído o campus das engenharias da UFMT. Na saída para Santo Antonio do Leverger, estão sendo erguidos a faculdade de medicina e o novo hospital universitário. Também nesta rodovia, está instalada a Fazenda Experimental, importante espaço de ensino para os alunos de agrárias. E em diferentes pontos do Estado, por meio das novas tecnologias aplicadas à educação, a UFMT está presente em 18 polos de educação a distância. Além das fronteiras, realiza cursos de formação de professores brasileiros no Japão.

Aos 42 anos, o retrato da UFMT é o de uma Universidade que busca não apenas crescer no espaço geográfico, mas que segue o caminho da construção coletiva rumo ao maior acesso à educação superior com qualidade e com a promoção da cidadania. Esses princípios são atestados pela nota 4, de 0 a 5, obtida no Índice Geral de Cursos (IGC), em seus 99 cursos de graduação; pelo número de cursos de pós-graduação, que já são 44 (33 de mestrado e 11 de doutorado); pelos mais de 300 projetos de pesquisa e mais de 400 ações de extensão registradas; pelos mais de  mil servidores capacitados e pelo corpo docente composto por 837 doutores, 541 mestres e 92 especialistas.

O princípio da inclusão está assegurado pela adoção do Enem, pelo investimento em assistência estudantil e pela política de ações afirmativas, instituída a partir do processo seletivo de 2012, que passou pelas adequações à Lei de Cotas para 2013, reservando 50% das vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas; pertençam a famílias com renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio por pessoa, com a distribuição das vagas na proporção, no mínimo, igual à de pretos, pardos e indígenas na população do Estado, segundo autodeclaração no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).